
Os CEOs Mais Bem Pagos do Brasil em 2023: Quem Comanda o Jogo no Topo
Enquanto os CEOs acumulam milhões, o resto do Brasil segue acumulando boletos e preocupações.
Quando falamos de salários astronômicos, o Brasil mostra que sabe brincar no mesmo campeonato dos gigantes globais. Os CEOs mais bem pagos do país em 2023 levam para casa valores que fariam até loterias parecerem pouco. Estamos falando de milhões... e milhões por ano! E não é só pelo peso da responsabilidade, mas também pelo peso do bolso.
No topo da lista, Milton Maluhy, do Itaú, e Jorge F. P. Koren de Lima, da Hapvida, dividem a medalha de ouro com uma bagatela de R$ 67,7 milhões e R$ 67,4 milhões, respectivamente. Enquanto você calcula quantas coxinhas daria para comprar com isso, saiba que o terceiro colocado, Gilberto Tomazoni da JBS, também não fica muito atrás, com R$ 58,1 milhões no bolso.
E os outros? Bom, eles também não têm do que reclamar. Eduardo Bartolomeo, da Vale, levou R$ 52,6 milhões, enquanto Roberto Monteiro, da Prio, embolsou modestos R$ 40,6 milhões. Para completar a lista, temos Bruno Lasansky (Localiza), Nelson Gomes (Cosan) e Gilson Finkelstzain (B3), com rendimentos que variam de R$ 38,5 milhões a R$ 37,6 milhões. Parece até que o troféu de "menos rico" dessa lista também vale milhões.
O mais irônico? Em um país onde o salário mínimo não chega a R$ 1.500, esses valores nos fazem refletir sobre a concentração de riqueza. É claro que liderar grandes empresas como Itaú e Vale exige habilidade, mas será que o mercado financeiro não valoriza demais alguns cargos enquanto outros setores ficam de lado?
No entanto, não há como negar: esses executivos não estão no topo à toa. Afinal, eles comandam empresas que geram bilhões de reais em lucro e movimentam a economia brasileira. Entre estratégias, liderança e visão de mercado, eles são a elite empresarial que transforma ideias em resultados.
Enquanto isso, o brasileiro médio segue trabalhando duro, na esperança de construir algo duradouro. Talvez o grande desafio esteja em como distribuir essa prosperidade de maneira mais equilibrada. Até lá, resta admirar (ou questionar) esses números impressionantes.

